A pergunta que mais ouvimos sobre vídeo é se vale a pena contratar uma produção melhor. A resposta honesta é que a qualidade de imagem resolve menos do que parece.
O que decide se um vídeo traz cliente é outra coisa: ele dizer, logo no começo, algo que a pessoa certa reconheça como dela.
Os primeiros segundos
Quem passa o dedo pela tela decide em pouquíssimo tempo se continua. Nesse intervalo, o vídeo precisa entregar uma de três coisas:
- uma situação que a pessoa vive ("você também perde tempo com isso?");
- um resultado que ela quer ("foi assim que resolvemos");
- uma informação que ela não tinha.
Abertura com logo girando e música bonita gasta exatamente o momento mais valioso.
O que a sua empresa já tem e não mostra
Toda empresa tem alguma coisa que funciona e que o digital dela não mostra: o jeito de atender, o cuidado no preparo, o tempo de casa, a história de quem está à frente. Chamamos isso de ativo invisível.
Filmar o ativo invisível costuma render mais do que qualquer roteiro inventado, porque é verdade e porque ninguém mais tem aquilo.
Quantidade também conta
Um vídeo bom não sustenta um mês de anúncio. O público cansa, o custo sobe e o resultado cai. Por isso trabalhamos com gravação em diária: um dia de captação rende material para várias peças, em vez de uma só.
O dono não precisa virar produtor
A parte que trava a maioria das empresas não é a câmera. É o tempo: pensar pauta, gravar, editar, publicar. Quando esse trabalho fica com quem é da área, sobra para o dono o que ele faz melhor, que é atender e vender.




