Pergunte ao dono de uma empresa local de onde vieram os clientes do mês passado. A resposta quase sempre é a mesma: "acho que do Instagram" ou "vieram de indicação, acho".
O "acho" é o problema. Ele não é falta de atenção: é falta de um lugar onde essa informação fique registrada.
O que acontece sem essa resposta
Quem não sabe de onde vem o cliente decide no escuro. Corta a verba do canal que estava trazendo venda, aumenta a do canal que só traz visita, e troca de estratégia toda vez que um mês vem fraco.
Também fica refém de opinião. Sem número, ganha a discussão quem fala mais alto, e não o que funciona.
O que é "origem marcada"
É cada contato que chega carregar consigo de onde veio: qual anúncio, qual canal, qual campanha. Isso não é privilégio de empresa grande. Com os links certos e um sistema simples de contatos, qualquer operação consegue.
O resultado prático é poder dizer, no fim do mês, uma frase como esta: dos contatos que chegaram, tantos vieram do anúncio, tantos do perfil no Google, tantos de indicação. E, entre eles, tantos viraram venda.
O que fazer com o número na mão
Três decisões ficam óbvias quando a origem existe:
- Onde colocar mais dinheiro. O canal que traz cliente, não o que traz visita.
- O que ajustar no meio do caminho. Se um canal traz muito contato e pouca venda, o problema está na oferta ou no atendimento, não no canal.
- Quando parar. Nem todo canal serve para toda empresa, e tudo bem desligar o que não paga.
O começo é mais simples do que parece
Não precisa de um sistema caro nem de um projeto de seis meses. Precisa de uma decisão: toda conversa passa a entrar num lugar só, com a origem marcada, a partir de hoje. O resto vem depois.




